31.3.10

Tema: Regiões/Barreiro-Quinta da Lomba

Eu estou a seguir.........

Corte indiscriminado de árvores na Freguesia de Santo André

Há alguns anos a esta parte, constata-se o corte sistemático de árvores nesta freguesia, de forma deliberada. Ontem verifiquei que foi cortada uma árvore de médio porte com cerca de 15 anos, entre o “Café Cafeína” e o “Paladares da Quinta”, há dias foram também cortadas algumas árvores na rua Professor Azevedo Gomes e no ano transacto foi deitado abaixo um pinheiro manso no Bairro Marques da Costa com cerca de 30 anos. É de lamentar esta situação, não se vislumbrando a breve trecho a substituição das mesmas por outras espécies.





30.3.10

Tema: Conhecimento/Física


CERN recria hoje o Big Bang
No túnel do centro europeu de energia nuclear, perto de Genebra, vão ser atingidas energias recordes

Todas as atenções convergem hoje para o CERN, o centro europeu de física nuclear, onde pela primeira vez vão ser feitas colisões de partículas a uma velocidade nunca antes atingida. A ideia é tentar recriar as condições que existiam no início do universo, logo após o Big Bang, para encontrar novas partículas, novas forças ou novos fenómenos que permitam explicar o mundo tal como ele é.

Tema: Culturas/Danças Sevilhanas


“Danças Sevilhanas”

As “Sevilhanas”, tal como o nome indica, são constituídas pela música e pela dança, típicas de Sevilha. A sua graciosidade, vivacidade e dinamismo reflectem-se no toque da guitarra, no bater das palmas que acompanham as saias a rodar e os tacões a solarem no palco, com a força de um sentimento puro.
A sensualidade dos movimentos acompanha um jogo subtil de olhares, de sorrisos, de linguagem corporal, uma cumplicidade muito especial que por excelência transforma esta dança na mais pura arte da sedução. A sevilhana é uma dança de par. Normalmente o par é composto por homem e mulher, mas é igualmente comum ver-se duas mulheres a dançar.
Considerada como um exercício físico suave, embora bastante completo, pois movem-se todas as articulações do corpo. Trabalha-se também a parte artística, criativa, a expressão corporal e a interpretação de uma história contada. É uma forma de melhorar a coordenação, a orientação, o equilíbrio e de se divertir dançando em qualquer idade.















Grupo: Puente del Rio

29.3.10

Tema: Reforma


Muitos “reformáveis” estão em condições de produzir

É irónico que o aumento da esperança de vida, uma das grandes conquistas da sociedade ocidental que corporizam o sonho de imortalidade que o homem sempre perseguiu, surja neste momento também como um dos grandes pesadelos dessa mesma sociedade. Ao aumento dos anos que podemos viver está a corresponder uma drástica diminuição dos nascimentos (que muitos historiadores apontam hoje como uma das causas do declínio do império romano) que fará que dentro de uns anos seja impossível que quem tem força para trabalhar consiga sustentar todos aqueles que deixaram de o fazer, devido à idade e a incapacidades várias que a idade traz. A apregoada falência da Segurança social é hoje uma realidade muito próxima e nenhum governo, nenhuma administração, nenhuma política, parecem saber para onde virar agulhas para inverter esta situação. As medidas que estão a ser postas em prática não passam – todos os sabemos - de meros paliativos para adiar uma morte anunciada. Quando a geração que está a entrar nos 40 anos chegar à idade da reforma pura e simplesmente não haverá dinheiro para a sustentar. Prolongar o tempo de permanência na vida activa será com certeza uma boa solução – para quem tiver saúde e vontade de continuar a produzir. Mas talvez seja tempo de invertermos mentalidades e deixarmos de olhar para os velhos como um peso a suportar. Ao aumento da esperança de vida corresponde também em muitos casos, um aumento de qualidade de vida – é possível prevenir e curar muitas doenças e «maleitas» até há pouco consideradas incapacitantes, o que significa que muitos dos «reformáveis» estarão em condições de continuar a produzir. Talvez não na mesma profissão. Talvez não na mesma quantidade. Mas haverá com certeza actividades laborais que podem ser desempenhadas sem grande esforço por quem tem mais idade mas também mais experiência. E vontade para continuar. Ser mais velho não significa ter de parar.

28.3.10

Tema: Animais/Peixes

O “Sável”, uma delícia em risco de desaparecer.
A construção de barragens e açudes dificulta a migração.

É um maná em vias de desaparecer. Parente da popular sardinha e da espinhosa savelha, o sável é um gigante com as características de toda a família: gordo, saboroso e espinhoso. É também caro e raro na gastronomia, pois só é pescado nos finais do Inverno.
Vive no mar, a peneirar toneladas de água para engolir apenas o zooplâncton. Geralmente em Março, dirige-se para as embocaduras dos rios, em cardumes gigantescos, e sobe-os para a desova. Nessa viagem fluvial é capturado para se tornar o pitéu de muitos apreciadores.
As diversas práticas culinárias de preparação do sável provocam avalanches de sofredores de gula a acorrer aos festivais e centros tradicionais de preparação do bicho, um pouco por todo o país. A pesca do sável é, portanto; um importante recurso económico, mas ao mesmo tempo contribui para uma diminuição dos efectivos populacionais e coloca em risco a continuidade da espécie.
Para alguns apreciadores, quanto mais a montante for pescado, mais é apreciado. O sável chega aos rios bastante gordo e todo o processo de subida é feito a contracorrente, transpondo barreiras e desenvolvendo as gónadas. Daí que, muitos o prefiram comer quando capturado mais a montante. Como é frequente em muitas espécies, a grande maioria dos sáveis adultos morre depois de se reproduzir. Esta espécie está classificada “em perigo” pelo Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal.

25.3.10

tema: País/Cidades


“Okupas” transformam bairro de sonho em pesadelo.

No Barreiro, moradores da Urbanização da Escavadeira estão desesperados com a presença frequente de toxicodepentes. Quase paredes meias convivem duas realidades bem distintas, cruzando um bairro novo com cerca de sete anos, onde não faltam amplas áreas e espaços verdes, e três blocos de apartamentos de sete andares por concluir, sendo votados ao abandono. Os “Okupas” não tardaram em descobrir o novo refúgio, começando a pernoitar nestes imóveis inacabados.