8.5.10

Tema: Conhecimento


Genoma de neandertal mostra cruzamento com “Homo sapiens”

Investigadores publicam na Science primeira versão do genoma do primo mais próximo, e já extinto, do homem moderno

O genoma de Neandertal, uma espécie de homem que se extinguiu há 30 mil anos, tem três mil milhões de letras do alfabeto genético e põe um ponto final no debate sobre se neandertais e HOMO SAPIENS se reproduziram em comum. A resposta é sim. Houve cruzamento entre ambos, e isso terá acontecido entre há 50 mil e 80 mil anos, no Médio Oriente.

7.5.10

Tema: Conhecimento

Cientistas recriaram sangue de mamute

Equipa de canadianos e australianos conseguiu pela primeira vez ressuscitar proteína de sangue de mamute e percebeu que o frio não afectava a sua acção.

Não foi espetar uma agulha no mamute e retirar uma amostra de sangue, mas o efeito acabou por ser o mesmo. Depois de sete anos a desenvolver a técnica necessária, a equipa de cientistas conseguiu pela primeira vez trazer de novo à vida proteínas de sangue de mamutes mortos há mais de 25 mil anos.

6.5.10

Versos: Passeio a Guimarães

PASSEIO A GUIMARÃES



Em Fevereiro fomos a Guimarães,
Visitar a família do Bruno Ribeiro.
Dou-lhe aqui os meus parabéns,
Conheci a família de corpo inteiro.

A Olga, as sobrinhas e o Daniel,
A cunhada, só faltou o Engenheiro.
O Marco e o Hélder fazem o seu papel,
Não esquecendo o pai, o sr. Ribeiro.

Fiquei deveras maravilhado.
Conheci uma família excepcional.
Fiquei feliz por ter visitado,
O lugar onde nasceu Portugal.

Subimos a linda montanha da “Penha”,
Sobranceira a esta grande cidade.
É património mundial e que se mantenha.
Sendo o berço da nossa nacionalidade.

Verdejante e ancestral arvoredo,
Lugar de paz e muita solidão.
Morros de granito de meter medo,
Por baixo, a adega do “Ermitão”.

Ao longe, vê-se o grande rio Ave,
Banhando as margens, sem ruído.
O pior, e isso ainda é o mais grave,
É ser considerado o mais poluído.

Fizemos uma caminhada no Gerês,
Onde prolifera a urze e o azevinho.
Terras do garrano e porco-montês,
E do nosso famoso alvarinho.

Fiquei muito deslumbrado,
Quando subimos à “Pedra Bela”,
Admirámos a cascata do “Arado”.
Melhor, só a grandiosa “Mizarela”.

Lá do cume daqueles montes,
Avistámos o S. Bentinho.
Reconhecemos as três pontes,
Que pareciam bem pertinho.


Serra de muitíssimas fontes,
E de tantos outros currais.
São montes atrás de montes,
Repletos de mimosas e carvalhais.

Nunca mais me vou esquecer,
Desta cordilheira de beleza.
Por isso a estou a descrever,
Como maravilha da natureza.

A noite, fomos ao tasco do Luís,
A comer o bacalhau e o “binho”.
Este era de boa cepa, mesmo da raiz,
Mas que “marabilhoso berdinho”!

Para acabar o passeio em cheio,
Fomos a Aveiro ver o meu irmão.
Foram três dias de alto veraneio,
Acabando num grande jantarão.

Barreiro 2008

Almocreve

Castelos de Portugal (Castelo de Coina)


Castelo de Coina ou Palácio de Coina

5.5.10

Castelos de Portugal (Castelo de Coina)


Castelo de Coina ou (Palácio de Coina)


O Castelo de Coina, situa-se na Quinta do Diabo, ou Quinta do Inferno, hoje, Quinta de S. Vicente, freguesia de Coina, concelho do Barreiro.
A história do Castelo de Coina remonta ao século XVIII. Esta quinta, fazia parte das vastas terras de D. Joaquim Pina Manique, político e cavaleiro da ordem de Cristo e irmão de D. Diogo de Pina Manique, fundador da Casa Pia de Lisboa.
Nos finais do século XIX uma parte da propriedade foi comprada pelo “rei do lixo” que construiu um império a partir do nada.
Este castelo foi mandado construir por Manuel Martins Gomes Júnior (rei do lixo) em 1910. Exemplar único em Portugal, na altura foi construído com os mais ricos materiais da época. Este foi edificado com vários objectivos: símbolo de poder, para do alto avistar e fiscalizar as suas propriedades, os seus trabalhadores e para futura sede maçónica.




O (rei do lixo), como foi chamado, nasceu em 1860 em S. António da Charneca, trabalhou como empregado numa mercearia de Lisboa, fez algum dinheiro e comprou o moinho de água em frente à Quinta de S. Vicente. Trabalhou na agricultura, comprou parte da quinta e emprestava dinheiro aos proprietários vizinhos. Como estes não lhe pagavam anexou as parcelas dos devedores à sua e assim formou uma grande quinta com 300 hectares. Baptizou-a de Quinta do Inferno ou Quinta do Diabo. Tornou-se um grande proprietário e negociante de carnes. Assegurou a recolha dos lixos de Lisboa (à altura os lixos era apenas matéria orgânica) transportando-os para Coina nos seus cinco barcos (a que deu o nome de Mafarrico, Lúcifer, Belzebu, Demónio e Satanás). O lixo servia para alimentar os porcos e assim não gastava um tostão. Era ateu, protegia os pobres, financiou colectividades, construiu a primeira escola de ensino primário na freguesia. Já era figura política de peso na altura, era republicano, maçónico, fundou a Companhia Agrícola Nacional e foi regedor de S. António da Charneca.



Morreu em 1943 em circunstâncias estranhas e o castelo entrou em decadência com a sua morte. Deixou muitas propriedades e 143 mil contos que doou à Misericórdia. A quinta passou para o seu genro António Ramada Curto que posteriormente a vendeu a José Mota. Em 1972 esta foi comprada por António Xavier de Lima para dali fazer uma urbanização de luxo e uma pousada com 85 quartos. Ardeu em 5 de Junho de 1988, hoje encontra-se ao abandono.


1.5.10

Almoço/Convívio (um porco no espeto)


Almoço/convívio: (Um porco no espeto)

Convido todos os meus seguidores, familiares, amigos, clientes do “cafeína” e todos aqueles que não puderam estar presentes na casamento da minha filha, para um almoço “um porco no espeto” a realizar no dia 15 de Maio no meu terreno, rua José Marques n. 31 Santo André Barreiro.
Ninguém vai pagar nada.

19.4.10

Tema: saúde


Cerca de 10% dos portugueses são viciados no trabalho

Há cada vez mais”workaholics”. Em Portugal, são sobretudo homens na casa dos 30 anos, como médicos, gestores e advogados. Mas é entre as mulheres que o número aumenta. Os médicos advertem que têm mais problemas de saúde, ansiedade e isolamento.

- Têm o sistema imunitário mais frágil, stress, insónias, dores na coluna e são psicologicamente mais instáveis e infelizes.

O perfil do “ workaholic”:
1- Andar sempre em contra-relógio
2- Fica sempre a trabalhar depois dos seus
colegas já terem saído
3- O importante é trabalhar e mostrar
capacidades mesmo quando não se gosta
do que se faz
4- Ter sempre muitos assuntos e tarefas entre
mãos
5- Trabalhar horas a fio é uma forma de
alimentar o ego e de preencher os tempos
mortos da vida pessoal
6- Passar muito mais tempo a trabalhar do que
com os amigos, família, ou em actividades de
lazer
7- Não conseguir dormir à noite, porque só
consegue pensar no trabalho e nos problemas
por resolver
8- Fazer três coisas ao mesmo tempo, como
comer, tomar notas e falar ao telemóvel
9- Levar trabalho para casa e andar sempre com
o portátil atrás, mesmo nos fins-de-semana e
férias
10- Não conseguir relaxar, mesmo que já não
esteja a trabalhar

Dicas: Distribuir tarefas, saber dizer não, não levar
trabalho para casa, levar o almoço de casa,
andar pelo escritório e ter um “hobbie”.